
Schwalb Entretainement // Tria Editora
No continente de Rûl, o imperador morreu na revolta dos orcs e o império que segurava tudo em pé virou um mapa de ducados brigando entre si. A fé antiga e o deus novo disputam as mesmas aldeias com fogo. Nas fronteiras, os homens-bicho contam os dias até as muralhas cederem. E além de tudo isso existe a Desolação, a cicatriz que sobrou do último lugar onde o Demon Lord encostou. Ele já fez isso com milhares de mundos: rasga a fronteira entre a realidade e o Vazio, e o que atravessa... bem, não negocia. Urth é o próximo da fila. A campanha inteira acontece enquanto essa sombra cresce, sessão após sessão, até alguém precisar encará-la de frente.
O motor que sustenta tudo isso
O motor de Shadow of the Demon Lord RPG é enxuto, rápido e prático. A simplicidade do sistema encanta enquanto o cenário é impactante. Combates são rápidos e a corrupção mancha a alma de quem faz escolhas... sujas, não é mesmo? A loucura registra o que a mente viu e não consegue desfazer. E... um personagem corrompido faz crianças chorarem quando entra na taverna. Ninguém precisa dizer em voz alta o que ele fez.
Quem você vai ser
Você começa no nível 0 sem classe nenhuma. Só uma ancestralidade (humano, anão, goblin, orc, changeling, clockwork) e uma profissão que diz o que você fazia antes de a vida virar do avesso. A trilha, o equivalente à classe neste RPG, só é escolhida depois da primeira aventura, quando os jogadores já sabem quem esses personagens são na prática.
Para quem quer um fim, não uma rotina
Shadow of the Demon Lord RPG é para a mesa que se cansou de campanha que nunca termina e de fantasia onde nada realmente machuca. Se o seu grupo gosta de horror com consequência, carnificina e de saber que a ficha vai contar uma história feia até a última página, o encaixe é direto.

Shadow of the Demon Lord
Estus

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Shadow of the Demon Lord
Mestre Augusto