
O último druida da Égide - Arco I
Daggerheart

Daggerheart
Vocês estão em Althea, uma ilha dividida em dois grandes territórios que não se respeitam. Na maior parte da costa oeste, vemos a cidade de Égide, que sempre foi um local sagrado e de prosperidade, regido pela figura da grande serpente de granito Shun’Aush, deusa da cura.
Porém, nos últimos 30 anos, a tranquilidade dessa terra abençoada tem sido abalada por uma doença terrível que se alastrou pelas ruas desde que um forasteiro, vindo pelo mar com seu exército, chegou ao local e se proclamou rei. Malaquias é o seu nome e ele instaurou um governo de ganância e terror.
Ele dominou a cidade, mandou construir enormes muros ao redor dela, condenou o culto à Shun’Aush, expulsou quem não aceitou sua dominância, subjulgou os sacerdotes da serpente e os obrigou a cobrar altos impostos da população que chegava desesperada em busca de cura para toda a sorte de doença.
Do lado de fora dos muros de Égide, uma floresta densa cobre o restante da ilha. Ali, nessa região chamada Terra do Viço, por algum motivo, a natureza cresce descontrolada. Em sua borda, foram formadas extensas vilas de moradores expulsos da Égide. É sabido que quem entra na mata nunca mais volta.
Na madrugada de uma noite fria, você se junta a uma procissão clandestina dentro da periferia da Égide em direção ao último bosque da serpente na metrópole. Vocês participam dos ritos fúnebres de um velho ancião, o último druida sacerdote do templo de Shun’Aush. Você vive na Égide ou nas vilas da Terra do Viço? Como conhece o sacerdote? Por que está ali no grupo?
“O último druida da Égide” é uma campanha autoral, com alguns elementos de “O Surto Selvagem”, o primeiro cenário proposto pelo livro básico de Daggerheart.
Gosto muito de contar histórias e, por isso, opto por um estilo mais narrativo e menos focado em longas batalhas estratégicas de games - os encontros com inimigos costumam ser bem mais narrativos.
Penso que as cenas devem ser mais objetivas como filmes ou séries e que o que vivemos juntos é um recorte do tempo - não o tempo da vida real. E, apesar de Daggerheart ser um sistema que favoreça a narratividade, eu não sou tão apegado às regras se elas não contribuírem exatamente para a história. Afinal, estamos aqui para nos divertirmos juntos!
Também dou prioridade à história construída coletivamente e, por isso, vou te pedir para descrever e narrar em alguns momentos. E costumo usar bastante da lore todos os personagens, de seus problemas/crises… enfim, tudo o que você me trouxer vira material.
Costumo usar puzzles e dilemas morais nas minhas histórias, porque acredito que são ótimas ferramentas para entrosar os participantes. Para isso, utilizo componentes e mecânicas de jogos de tabuleiro, tarot e outras surpresinhas.
Além disso, amo quando um jogador me traz uma ideia maluca para incluir na história - podemos até combinar algo antes da sessão, como um segredo, uma cena, um elemento surpresa.
Os encontros serão mensais e presenciais em espaços públicos nas regiões Centro e Zona Oeste de São Paulo. E têm duração média de 3 a 4 horas, com histórias que têm começo, meio e fim - sempre ligadas ao plano de fundo da campanha.
Se você não conseguir comparecer a um encontro previamente marcado, não tem problema, damos um jeito na história e eu faço um resumo do que rolou. Mas vamos tentar casar as agendas de todos do grupo.
Todas as comunicações da campanha são feitas por meio de um grupo do WhatsApp. Lá é um espaço seguro para que você possa receber todo o material necessário, tirar dúvidas e interagir com os outros jogadores. Se você ou o grupo precisarem de ajuda para criar as fichas dos personagens, nós podemos fazer sessões zero online individuais ou coletivas.
Estou à disposição para tirar todas as suas dúvidas. Para conhecer meu estilo, acesse o @fizumreview ou me chame no inbox do Insta @brunomottamello.
Todos e todas com ou sem experiência em Daggerheart ou em RPG! Pessoas de todas as idades, gêneros, orientações e origens são mais do que bem-vindes. Só não tolero falta de respeito, preconceito, bullying, discursos de ódio e qualquer tipo de violência.
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